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Autores/Pauline Delabroy-Allard/Tudo isto é Sarah
Tudo isto é Sarah
Perfil del libroportugués (Portugal)
Libro · 1 edición

Tudo isto é Sarah

2025
primera publicación
192
páginas
portugués
idioma
1
edición

« Na área de serviço da autoestrada entre Paris e Honfleur, ela beija-me como se fosse a primeira vez. Tudo isto é Sarah, imprevisível, ondulante, desconcertante, versátil, aterradora como uma borboleta noturna.» Numa festa de fim de ano em Paris, duas mulheres conhecem-se. Uma é professora, mãe solteira, e sacode a rotina com uma relação passageira. A outra é violinista, excêntrica, caprichosa, com uma beleza fora do comum e uma joie de vivre contagiante, e entra na vida da professora como entrou na festa: ofegante, luminosa, falando e rindo demasiado. É Sarah. Sucedem-se encontros improvisados, almoços, concertos, teatro, cinema, o idílio da primavera em Paris ao som de Beethoven. Contra todas as expectativas, brota entre ambas uma paixão avassaladora, uma voragem que ora acelera ora distende as horas. É um caso de amour fou , uma tempestade que tudo arrasta, uma obsessão que tudo consome, até que uma inflexão leva a história de Sarah e da amante ao acorde final. É possível morrer de amor? E que restará da grande paixão? Mais do que memórias, feridas e vazio? Uma história carregada de beleza e tragédia, escrita com liberdade, ímpeto e poesia por Pauline Delabroy-Allard, que com este primeiro romance conquistou a crítica literária, foi comparada a Marguerite Duras e Annie Ernaux, e chegou às portas do Prémio Goncourt. Os elogios da crítica: « Um encanto intenso, viciado, viciante, que anula o mundo à volta, até se transformar em obsessão. […] Todo o livro é Sarah e Sarah é uma vertigem, o que faz com que ler Tudo isto é Sarah saiba a queda. Nunca se chega a bater no chão, mas a autora maneja de tal forma a tensão que se lê sem pára-quedas.» Ana Bárbara Pedrosa, Observador « Há laivos de Duras, Nabokov e Barthes no âmago pulsante deste magnífico romance.» L’Express « Tudo isto é Sarah oscila de forma impressionante entre o caos e o barulho do amor e o silêncio e a solidão.» The Observer « Pauline Delabroy-Allard transpõe para o papel um acorde perfeito, uma rara harmonia entre duas mulheres. Sob a sua pena, o sexo em geral e a carícia em particular convertem-se, efetivamente, num exercício, mas com o sentido elevado de uma ascese, capaz de fazer nascer a prosa mais abrasadora, a mais carnal das verdades.» Le Monde « A história de uma paixão no sentido pleno e etimológico do termo: um amor e um sofrimento desmesurados, obsessivos. Nas frases secas, urgentes, encontramos ecos de Annie Ernaux ou Marguerite Duras.» L’Observateur « Escrever sobre o amour fou é tão difícil como sofrê-lo, ou talvez mais […] Sem cair no lugar-comum, Delabroy-Allard apresenta uma narrativa autêntica que lhe valeu a nomeação para o Prémio Goncourt.» El Mundo « Escrito desse lugar de intimidade, com a plena consciência de que o coração quase nunca dá ouvidos aos ditames da razão, a autora convoca, para falar do casal protagonista, mas sobretudo de uma das personagens, uma prosa poética tão apurada, que não é de estranhar que a tenham comparado com Marguerite Duras.» ABC « A escrita de Delabroy-Allard – na sua precisão obsessiva, semeada de referências para serem decifradas pelos grandes leitores – é toda movimento, ritmo, sem pausas. […] Morrer de amor: algo que não acontece só aos outros.» Le Point « Cativante […] intenso […] sedutor […].» The Guardian Ler mais Ler menos

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