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Os nomes de Feliza - EDICIONES

1 edición

Os nomes de Feliza

Os nomes de Feliza

Editorial: alfaguara

ISBN: 978-98-9583-631-4

ISBN sin guiones: 9789895836314

Tipo de cubierta: Softcover

Páginas: 288

Fecha de publicación: 2025-09

Idioma: portugués de Portugal

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Os nomes de Feliza
Perfil del libro
🌐 portugués

Os nomes de Feliza

Primera publicación: 2025-09

A 8 de janeiro de 1982, a escultora colombiana Feliza Bursztyn morre num restaurante de Paris. Tinha quarenta e oito anos e, no momento da sua morte repentina, estava acompanhada pelo marido e quatro amigos. Um deles era o escritor Gabriel García Márquez, que, uns dias depois, publicou um artigo que incluía três palavras aparentemente simples, mas profundamente misteriosas: « Morreu de tristeza.» Juan Gabriel Vásquez parte deste enigma para investigar a vida secreta de Feliza Bursztyn: filha de um casal judeu expatriado na Colômbia, artista revolucionária em tempos de convulsão política, mulher de espírito livre num mundo que desconfiava da liberdade feminina. A vida de Feliza pôs a descoberto as grandes tensões do século xx e, acima de tudo, reivindicou o desejo de ser dona de si mesma. Neste livro, Juan Gabriel Vásquez entretece habilmente biografia, realidade e imaginação, entregando aos leitores uma ficção admirável sobre como a vida íntima de todos os seres humanos é inevitavelmente dominada pelas forças da História e da política. Os elogios da crítica «[Feliza Bursztyn foi] a Madame Bovary do século xx.» Jonathan Safran Foer « Vásquez sucedeu a García Márquez como o grande mestre da literatura colombiana.» The New York Review of Books « Os nomes de Feliza converte esta escultora numa espécie de Madame Bovary do século xx, uma Emma diferente, porque estudou, se forjou e lutou com outras ferramentas, mas com a mesma bravura e a mesma fatalidade. Uma cuidadosa anatomia de um momento, de umas horas, de uns dias, os últimos que viveu antes de cair morta num restaurante russo em Paris.» Babelia « Com uma humanidade incorruptível, Vásquez constrói uma pessoa, ou melhor, uma lenda. Não consigo imaginar homenagem maior ou mais sentida.» La Opinión de Málaga « Juan Gabriel Vásquez escreve, e fá-lo como Deus, sobre a vida. […] Um quebra-cabeça que nunca deixa de nos surpreender, pela fluidez e habilidade com que maneja essa torrente de vida e emoções, tanto alegres quanto tristes.» Diario de Pontevedra « Vásquez trabalha com excelentes matérias-primas. Alcança grande força narrativa no derradeiro passeio de Feliza e do seu marido por Paris.» El Cultural « Um grande exemplo de como a violência política acaba estreitando e corroendo tudo, e como a tragédia bate à porta nos momentos mais inesperados.» El País « O magnífico poder narrativo de Juan Gabriel Vásquez põe-se ao serviço da vida de Feliza Bursztyn. […] Uma delícia de romance, que começa como uma peça jornalística. A narrativa avança até alcançar a nobreza da melhor literatura contemporânea.» Indienauta « Juan Gabriel Vásquez é um verdadeiro romancista. Na América Latina, o romance está bem vivo, não perdeu fôlego.» Emmanuel Carrère « Vásquez reinventou a literatura latino-americana do século xxi.» Jonathan Franzen « Vásquez é, no panorama literário atual, uma raridade. É pouco comum o seu enraizamento profundo na tradição ocidental, e ainda menos comum é a participação ativa no debate político e social que promove.» Letras Libres « Não há uma página de Juan Gabriel Vásquez que não seja luminosa. Todas brilham, como o fio da navalha. Lançam essa luz estranha das coisas que ferem ou que ardem.» Karina Sainz Borgo Ler mais Ler menos