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DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO - EDICIONES

2 ediciones

DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO

DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO

Editorial: relogio_dagua

ISBN: 978-98-9783-556-8

ISBN sin guiones: 9789897835568

Tipo de cubierta: Softcover

Páginas: 80

Fecha de publicación: 2025-04-28

Idioma: portugués de Portugal

DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO

DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO

Editorial: relogio_dagua

ISBN: 978-98-9641-570-9

ISBN sin guiones: 9789896415709

Tipo de cubierta: Softcover

Páginas: 80

Idioma: portugués de Portugal

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DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO
Perfil del libro
🌐 portugués

DEZ RAZÕES (POSSÍVEIS) PARA A TRISTEZA DO PENSAMENTO

George Steiner

Primera publicación: 2025-04-28

« Schelling, entre outros, atribui à existência humana uma tristeza fundamental, inescapável. Mais particularmente, esta tristeza oferece o fundamento sombrio sobre o qual assentam a consciência e a cognição. Este fundamento sombrio deve, na verdade, ser a base de toda a perceção, de todo o processo mental. O pensamento é rigorosamente inseparável de uma “melancolia profunda e indestrutível”. A cosmologia atual oferece uma analogia à crença de Schelling. Aquela do “ruído de fundo”, dos comprimentos de onda cósmica, esquivos mas inescapáveis, que são os vestígios do Big Bang, do surgimento do ser.» « As ideias de Steiner revelam imparcialidade, seriedade, erudição sem pedantismo e um charme sóbrio.» [The New Yorker] « George Steiner é talvez o último humanista. O seu pensamento, não isento de paradoxos e indefinições, revela uma enorme ternura, não apenas pela nossa espécie como um todo, mas pela pessoa. Pelo milagre irrepetível de cada ser humano.» [El Cultural] SOBRE O AUTOR: George Steiner é considerado um herdeiro de Sócrates no século xx. Nasceu em Paris, em 1929, partindo com a família para Nova Iorque no início dos anos 40 para escapar ao nazismo. Obteve a sua licenciatura em Letras na Universidade de Chicago em 1948. Em 1950, concluiu o mestrado na Universidade de Harvard, onde recebeu o Bell Prize in American Literature. De 1950 a 1952, foi bolseiro da Fundação Cecil Rhodes na Universidade de Oxford, onde se doutorou. Juntou-se à redação do The Economist, em Londres, sendo depois membro do Institute for Advanced Study, em Princeton. Em 1959, recebeu o prémio O. Henry Short Story. Foi professor de Inglês e Literatura Comparada na Universidade de Genebra de 1974 a 1994 e membro da Churchill College em Cambridge a partir de 1969. Foi também professor de Literatura Comparada na Universidade de Oxford e professor de Poesia em Harvard. Colaborou na The New Yorker, no The Times Literary Supplement e no The Guardian. Faleceu em Cambridge, em 2020.