Plano Nacional de Leitura Literatura – 15-18 anos Um homem compra um manequim feminino pelo qual se apaixona perdidamente. Um escritor alcoólico alcança finalmente o sucesso, mas não se liberta do vício. Dois vagabundos partem para um assalto nocturno e acabam transformados em assassinos. Henri Chinaski, o inesquecível alter ego de Bukowski, faz-se passar por nazi na escola, em plena Segunda Guerra Mundial, só porque já não aguenta ouvir mais discursos patrióticos. Bêbedos, escritores falhados, prostitutas, ladrões, pugilistas, bandidos: as personagens que povoam as páginas destes contos são velhos conhecidos do mundo narrativo de Bukowski. É a essas massas silenciosas, que facilmente rotulamos e proscrevemos, que Bukowski, com humor cáustico, incómoda lucidez e profunda compaixão, empresta a sua voz nestas páginas. É a América das ruas que aqui se retrata: a América dos bordéis, das salas de jogo, dos bares mais esquálidos, das oportunidades sempre adiadas; a América que não conheceu o Grande Sonho e de que Bukowski foi, talvez, o mensageiro mais autêntico. Os elogios da crítica: « Desde George Orwell que ninguém escrevia tão bem sobre quem vive à margem.» The New York Times « Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.» The Observer « Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.» Leonard Cohen « Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.» The New Yorker « Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.» Publishers Weekly « Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.» The Observer « Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.» The New York Times Review of Books « Um laureado da vida marginal americana.» Time « Um agitador profissional… representante da marginalidade de Los Angeles… Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.» Newsweek « O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.» Sean Penn « Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.» Los Angeles Times Book Review Ler mais Ler menos